Pontos Turísticos – Sabará

Capela de Santo Antônio

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Foi erguida no antigo arraial, fundado por Antônio de Pompéu, antes de 1731. Possui altar-mor da primeira fase do Barroco Mineiro, semelhante ao da Capela do Ó e a alguns dos altares laterais da igreja da Matriz, residindo aí o grande contraste com a simplicidade. O adro é cercado por um muro baixo de pedra e contém em sua parte externa, o cemitério e sineira com suporte de madeira. A capela-mor tem o forro em painéis, com pinturas relativas aos milagres de Santo Antônio, nos anos de 1227. A visitação deve ser agendada.

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Capela de Sant’Ana

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Situada no Arraial Velho, datação provável de 1747. Possui altar-mor no estilo da segunda fase do Barroco em Minas. Possui revestimento interno em pedra de canga à vista. Manuel de Borba Gato foi o primeiro a encontrar ouro nas margens do rio das Velhas e manteve, por muitos anos, lavra no Arraial Velho de Sant’Ana. No adro, o sino traz a inscrição 1759. Na parte interna o retábulo tem talha no estilo D.João V. Predominam os tons claros. O coroamento do retábulo é em dossel, com figuras de anjos, distinguindo-se interessante configuração da Santíssima Trindade (figuras do Pai, do Filho e a do Espírito Santo), sem haver contato entre as três figuras. A visitação deve ser agendada

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Capela de Nossa Senhora do Ó

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Datada de 1717, é considerada uma das mais ricas representações do barroco em Minas. De fachada singela, seu interior chama a atenção pela riqueza da talha, da primeira fase do barroco, estilo Nacional Português. Apresenta influência chinesa na arquitetura e na decoração interna. O culto celebrado ao som das antífonas precedidas da expressão “’Ó…”, originou a devoção a Nossa Senhora do Ó.

Funcionamento: Diário, das 08h às 17h.

Fechamento para almoço das 12h às 13h.

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Casa da Ópera – Teatro Municipal

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É o segundo teatro mais antigo do Brasil, em funcionamento. Tem em suas linhas arquitetônicas a influência dos teatros ingleses do reinado de Elizabeth I, por isso é conhecido também como Teatro Elizabetano. O primeiro prédio foi construído antes de 1771 e funcionou até por volta de 1783. A segunda Casa da Ópera foi inaugurada em 02 de junho de 1819, durante as festas do nascimento da “Princesa da Beira”, Dona Maria da Glória, de Portugal. Nele, atuaram as grandes companhias artísticas da época. A Casa recebeu as visitas dos imperadores Dom Pedro I (1831) e Dom Pedro II (1881). Sua arquitetura interna tem influência italiana, com disposição dos camarotes em três galerias. Possui excelente acústica e encontra-se em plena atividade cultural.

Endereço: (Rua Dom Pedro II)

Funcionamento: Diário, das 08h às 17h.

Fechamento para almoço das 11h às 12h.

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Casa de Câmara e Cadeia 

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Trata-se do segundo prédio da antiga Câmara e Cadeia, que funcionou de 1892 a 1924. A primeira casa foi demolida no final do século XIX e o prédio atual mantém as características arquitetônicas básicas. O belíssimo e amplo salão na parte superior abriga hoje o acervo da Biblioteca Pública Municipal.

Endereço: (Rua da República)

Funcionamento: Segunda a sexta, das 08h às 17h.

Não fecha para almoço.

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Chafariz do Kaquende 

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De uma nascente do Morro de São Francisco vem a água límpida que abastece o mais famoso chafariz de Sabará, que desde 1757 abastece a cidade. Seus construtores foram João Duarte e José de Souza. Possui fachada com vestígios das armas portuguesas, arrancadas do monumento por ocasião da independência. Não se sabe ao certo a origem da palavra Kaquende, se seria portuguesa, africana ou indígena. Em língua tupi-guarani significaria “água cristalina que dali brota” e em língua africana, “jovem forte e valoroso”. Reza a tradição que aquele que bebe de sua água sempre volta a Sabará. Até hoje, a fonte mata a sede da comunidade e visitantes que por ela passam.

Endereço: (Rua Kaquende)

Funcionamento: Aberto ao público 24h.

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Igreja Matriz de Nossa Senhora da Assunção

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A Capela de N.Sra. da Lapa, também com data de construção incerta, possui registro de batismo de 1727. A matriz de Ravena é depositária de inestimável tesouro barroco. O prédio é da primeira metade do século XVIII. Passou por várias modificações até chegar à configuração atual. A decoração interna não foi concluída, mas apresenta algumas preciosidades. Por volta de 1855, foi elevada à condição de Matriz, sob a invocação de Nossa Senhora da Lapa, passando a ser chamada de Igreja Matriz de Nossa Senhora da Assunção. A visitação deve ser agendada.

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Capela de Nossa Senhora do Rosário

A fachada desta capela, com uma torre central, lembra muito a igreja de N.Sra. do ó. Não existem documentos que comprovem a data de sua construção. Supõe-se que tenha ocorrido após 1839. Apresenta características do Rococó. A tradição oral de Ravena diz que a capela substituiu uma antiga, dedicada a São Francisco. Se for verdade é possível que a data 1813, na fachada da capela, seja alusiva à primitiva construção. A visitação deve ser agendada.

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Parque Eco pedagógico Quinta dos Cristais 

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O Parque possui uma grande área verde, situada na porção sul da cidade, na estrada para Olaria no bairro Adelmolândia. Possui ainda diversas atrações como o Museu Temático da Escravidão, Museu de Antiguidades, Museu da Nanoescultura, trilhas, belas vistas panorâmicas da região, nascentes e riachos. As atividades educativas e as visitas monitoradas tanto em fins de semana quanto de segunda a sexta devem ser previamente agendadas. O Parque possui o Restaurante Rancho do Tropeiro, com self service de comida mineira e está aberto ao público em geral aos fins de semana e feriados, das 11 às 19 horas. A visitação ao parque é gratuita e se dá partir das 08 horas. Informações: quintadoscristais@hotmail.com / (31) 3671-3241 / (31) 9970-1854

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Parque Natural Municipal Chácara do Lessa

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A poucos metros do centro histórico, o visitante pode contemplar a natureza, visitar ruínas e minas remanescentes do século XVIII e XIX. No mirante, está disponível uma belíssima vista panorâmica da região. Oferece opções para trilhas interpretativas e pequenas caminhadas. O parque está aberto de terça a domingo, das 08 às 16 horas e a entrada é gratuita.

Rua Arthur Lima Júnior, s/nº – Terra Santa

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Bosque Alfredo Machado

Localizado no centro histórico, possui área verde, viveiro de mudas, cascata, pequenas trilhas, área de descanso e pista para caminhada. Também sedia atualmente a Secretaria Municipal de Meio Ambiente. O parque está aberto de terça a domingo, das 08 às 16 horas e a entrada é gratuita.

Endereço: Av. Serafim Mota Barros s/n – Centro

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Igreja de São Francisco 

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Templo de 1781, pertencente à Arquiconfraria do Cordão de São Francisco dos Homens Pardos. Erigida em louvor à padroeira dos franciscanos, Nossa Senhora Rainha dos Anjos, cuja imagem se encontra no altar-mor. Antes de sua construção existia no local uma “tosca” capelinha em madeira dedicada à N.Sra. Rainha dos Anjos, da qual São Francisco era devoto. Sua construção, feita em alvenaria de pedra, data do final do séc. XVIII e início do XIX. Em seu interior o piso e o teto são forrados de tábuas, onde ostenta uma pintura de Nossa Senhora com os anjos e os quatro evangelistas, além de peças imaginárias como o Senhor Morto, São Francisco de Assis, a Senhora Rainha dos Anjos, além dos Santos de Roca na sacristia. Única na cidade com sala-consistório, sacristia na parte posterior, tribuna na capela-mór e púlpitos no arco-cruzeiro, além da maior altura interna na nave.

Funcionamento: Diário, das 09h às 17h.

Fechamento para almoço das 11h às 13h.

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Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição 

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Inaugurada em 1710, possui uma das mais exuberantes talhas da arte barroca mineira, sendo considerada uma das mais ricas matrizes do século XVIII. A igreja apresenta três naves, o que a diferencia das demais matrizes mineiras. Possui ainda os altares laterais, púlpitos de fina elaboração, pinturas de qualidade e influência oriental. A Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Sabará é uma das mais antigas igrejas do estado de Minas Gerais, rivalizando em antiguidade com a matriz de Raposos e a Sé de Mariana. Está situada na parte baixa da cidade, ou seja, na autêntica parte velha que hoje na realidade, tem aspecto mais novo do que a região central de Sabará. É popularmente chamada de igreja nova ou grande, tradição que vem desde a época da sua construção em substituição a capela primitiva existente no mesmo local. Sua construção está ligada ao esforço do padre José de Queirós Coimbra que foi seu vigário por mais de meio século.

Endereço: Praça Getúlio Vargas

Funcionamento: Diário, das 08h às 17h.

Fechamento para almoço das 12h às 13h.

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Igreja Nossa Senhora do Carmo 

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Construção de 1763, administrada pela Ordem Terceira do Carmo (Ordem dos Homens Brancos), a igreja é um dos palcos mais espetaculares da arte e da genialidade de Antônio Francisco Lisboa, o Mestre Aleijadinho, ao lado de outros artistas como Francisco Vieira Servas, Joaquim Gonçalves da Rocha e Thiago Moreira. Templo característico da terceira fase do barroco mineiro e do estilo Rococó, tombada pelo IPHAN, merecendo destaque o conjunto do Coro, a grade de Jacarandá torneado e a fachada.

Endereço: Rua do Carmo

Funcionamento: Diário, das 09h às 17h.

Fechamento para almoço das 11h às 13h.

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Igreja Nossa Senhora do Rosário

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Construção iniciada em 1768 pela Irmandade dos Homens Pretos da Barra do Sabará, revela a fé e força do negro africano. Os escravos decidiram construir sua própria igreja, mas a decadência das minas de ouro não permitiu que fosse concluída. A obra, iniciada em 1768, foi abandonada com a abolição da escravatura, em 1888. Trata-se de um importante testemunho dos métodos construtivos da época. Sua arquitetura apresenta detalhes das três etapas distintas de sua construção. Possui, em uma das sacristias, o Museu de Arte Sacra com peças dos séculos XVII e XVIII. Quem vê as ruínas da igreja não imagina o que há escondido por trás das grandes paredes de pedra sem reboco, a céu aberto. A muralha, porém, protege uma antiga capela de taipa, de 1713. Na sacristia funciona o Museu de Arte Sacra, com imagens e crucifixos dos séculos 18 e 19.

Endereço: Praça Melo Viana

Funcionamento: Diário, das 09h às 17h.

Fechamento para almoço das 11h às 13h.

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Museu do Ouro 

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O prédio do museu é um autêntico exemplar da rude arquitetura colonial brasileira do século XVIII (1713). Foi a Antiga Casa de Intendência e Fundição (única construção com estas características ainda de pé no Brasil), tendo funcionado durante algum tempo como colégio. Possui exposição permanente de peças do mobiliário e arte sacra no pavimento superior, que serviu de residência para o Intendente. O térreo é calçado com pedras redondas e guarda peças relacionadas à extração, processo de fundição, cunhagem e controle do ouro. O Intendente era um funcionário a serviço do rei, com a difícil função de combater o contrabando e recolher os pesados impostos. Todo o processo desenvolvido na Casa de Fundição dá uma dimensão do que foi o Ciclo do Ouro em Minas. A abundância do metal amarelo facilitava a infração às rígidas normas. O ouro só podia ser comercializado em barras, cunhado com o selo real na Casa de Fundição, que aproveitava para recolher os impostos. Transformado em museu, atualmente é administrado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e possui arquivo histórico instalado no sobrado denominado Casa Borba Gato.

Endereço: Rua da Intendência

Funcionamento: De terça a domingo, das 10h às 17h.

Não fecha para almoço.

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Solar do Padre Correia

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Construção imponente de 1773, do rico e influente Padre José Correia da Silva, possui sala-capela interna com talha da terceira fase do barroco mineiros, escadaria trabalhada em jacarandá, painéis decorativos nos salões do piso inferior e pátio interno em estilo de fazenda. Atualmente funciona como as instalações da Prefeitura Municipal de Sabará.

Endereço: Rua Dom Pedro II, antiga rua direita

Funcionamento: Diário, das 08h às 17h.

Fechamento para almoço das 12h às 13h.

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Ruínas do Solar Melo Viana

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A casa de Melo Viana está situada próximo à atual Praça de Esportes.Parece que o sobrado foi construído no final do século XIX, pelas suas características construtivas em alvenaria de pedra. Segundo fotografias antigas, suas sacadas eram de ferro batido ou forjado, trabalhado artisticamente.

Seu telhado era em quatro águas, telha canal, o rés do chão em pedra de seixo rolado (pedra branca e dura), o hall de entrada com escada em dois vãos, que se contrapõem, ajuntando-se no segundo pavimento. Seu terreno ia até uma boa parte do Morro da Cruz, próximo à atual Rua Pereira Vieira.

Esta área perdeu-se com a construção do ramal ferroviário Santa Bárbara, que passou na parte de trás da casa no ano de 1895. Muitos anos depois a casa foi comprada pelo comerciante e Comendador Manoel Pereira de Melo Viana, pai de Fernando de Melo Viana, que morou poucos anos ali, transferindo-se com a mãe para a nova Capital.

A bela casa ficou em ruínas pelo abandono dos seus proprietários, inclusive Fernando de Melo Viana.

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Casa Borba Gato

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Edificação de caráter nobre, tal como o Solar do Padre Correia, na antiga Rua Direita. A atual Rua Borba Gato tinha por nome primitivo Rua da Cadeia.

Originou-se daí uma confusão, imaginando-se que a casa teria sido construída para residência do bandeirante, cuja história acidentada está ligada a fundação de Sabará. Na realidade, não dispomos de documentação a respeito desta residência senhorial, cujas características nos levam a situá-la nos primeiros decênios do século XVIII.

Construção em barro e madeira, em bom estado de conservação.

A casa tem dois pavimentos, à frente de rua em ladeira e com o calçamento típico. No térreo há uma porta central almofadada, e duas janelas de cada lado.

Os marcos são de madeira, e as vergas são retas. No pavimento superior, correspondendo aos vãos inferiores, há cinco portas que se abrem diante de balcões de madeira, com bacias molduradas e guarda-corpos constituídos por belos balaústres torneados.

As portas são de madeira, almofadadas, tendo postigo guarnecido com pequenos vidros. A verga reta é moldurada. O telhado, de beiral longo, tem o balanço sustentado por cachorros trabalhados. Deve ter existido, internamente, uma varanda, hoje desaparecida. A existência de vergas retas comprova a antiguidade da construção.

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Igreja das Mercês

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De construção frágil no sistema de taipas e adobes, é harmoniosa em sua pobreza comovente, sem nenhum detalhe de luxo ou requinte, nenhuma pintura, nenhum painel, nenhum trabalho de arte. O interior muito claro não difere do exterior.

Fachada simples com frontão triangular clássico, beirais em cachorros, cunhais e enquadramento de vãos em madeira, duas janelas do coro rasgadas por inteiro, com parapeito em madeira torneada, interior de grande despojamento, coro apoiado em pilares de madeira, em parte torneados.

Na Igreja das Mercês tudo é simples, como deve ter sido simples o espirito daqueles homens que a ergueram. A iniciativa da construção coube à Irmandade de Nossa Senhora das Mercês, agremiação de homens de cor parda, cuja data de fundação é ignorada. Pelas cacterísticas de estilo, que denunciam as linhas simples predominantes na fase inicial da arquitetura religiosa mineira, a exemplo da própria matriz de Sabará, supõe-se ter sido a igreja das Mercês edificada na primeira metade do século XVIII. Entretanto, nas alturas de 1781 foi ela parcial ou totalmente reedificada, pois o documento de 17 de junho daquele ano alude à transladação da imagem da padroeira para a igreja do Carmo. Quarenta anos mais tarde, por ocasião de sua visita pastoral de 1822 a Sabará, o Bispo de Mariana, Dom Frei da Santíssima Trindade, anotava que a capela dos irmãos das Mercês possuia “um altar e ornamentos para o comum”, porém não estava acabada. A edificação veio a sofrer, posteriormente, outras reformas e restaurações. Por decisão da mesa, datada de 22 de maio de 1825, a Irmandade determinava fazer “precisos (SIC) reparos na igreja”, que ameaçava “grande ruína”.

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Capela do Pilar

Chapel Nossa Senhora do Pilar, Sabara, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil / Capela Nossa Senhora do Pilar

A instalação do Hospício da Terra Santa de Sabará remonta a 1740, e a construção da capela deu-se em data não determinada, sabendo-se que foi iniciada por Frei Manuel de Sant’Ana, Vice-Comissário da Terra Santa, entre 1761 e 1799. Contou esse religioso com a colaboração dos Irmãos Terceiros de São Francisco de Assis, que terminaram por reivindicar a propriedade da capela. Recorrendo ao Vigário Geral da Comarca de Sabará, Frei Manuel teve ganho de causa, ficando confinada à propriedade do Hospício da Terra Santa. É de supor que entre 1759 e 1762, a obra deveria estar terminada, pois já servia à realização de casamentos. O término total das obras e da decoração só deve ter ocorrido vários anos mais tarde.

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Chafariz da Corte Real

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Situado na Praça Bueno Brandão, o chafariz do Corte Real foi construído em 1809.Hoje ele se compõe com toscos bancos de pedra e imponentes lampiões.

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Capela de Nossa Senhora da Soledade

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Situada a cerca de seis quilômetros do centro de urbano, esta singular capela apresenta linhas rústicas, apesar de sua simplicidade externa, seu interior apresenta ornamentação mais apurada no altar-mor, característica de inícios do Séc. XVIII. Por sua história, linhas construtivas e localização, constituiu-se numa das mais importantes capelas rurais do município

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Casa Azul

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Construção do séc. XVIII, propriedade particular, hoje posto do INSS. Localizada na Rua D. Pedro II, possui capela interna e na fachada, encimando a porta principal, detalhe da influência religiosa na arquitetura civil. Fechado nos finais de semana.

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Chafariz do Rosário

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Construção de 1752 e tido como mais belo Chafariz sabarense. Mostra ornatos em pedra-sabão que se assemelham às linhas arquitetônicas de trabalhos realizados na Igreja da Ordem Terceira do Carmo de Sabará.

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Estação Ecológica Cabeça do Boi

Presença de manancial de água, mata com trilhas e cachoeiras.

 

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Fonte: www.sabara.mg.gov.br/

http://www.sabaranet.com.br/

http://www.ferias.tur.br/

 

 

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