Pontos Turísticos-Paraíba do Sul

Cachoeira das Marrecas

A cachoeira apresenta altura aproximada de 2 metros, com duas quedas. Suas águas são turvas, de temperatura fria. As possibilidades de banho não são boas, devido a presença de gado próximo ao local. A cachoeira apresenta ao seu redor: bambuzal, imbaúbas pretas e pasto. O Ribeirão antes das quedas é encachoeirado e ao seu lado esquerdo, presença de muros de pedras encaixadas que facilita o acesso ao local.

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Cachoeira de Monte Cristo

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A cachoeira é formada pelo riacho Monte Cristo. Queda livre de aproximadamente 100m de altura. Após a queda, o rio segue seu curso encachoeirado, formando duchas, que oferecem boas possibilidades de banho. Suas águas são claras, transparentes e de temperatura fria. A paisagem circundante é constituída por vegetação típica do local, com cipós, trepadeiras, imbaúbas e angicos.

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Pedra da Tocaia

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Pedra com altura de 800 metros. Possui este nome porque Duque de Caxias acampou com suas tropas nesse local, antes de invadir Minas Gerais, em 1842. Sua vegetação é composta por densa floresta, apresentando variada espécie vegetal, dentre as quais: imbaúba preta, ipê, eucalipto, e samambaias. Da pedra tem-se uma visita de toda a região, destacando-se a Sede. O local é excelente para a prática de caminhadas longas.

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Rio Paraíba do Sul

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O Rio Paraíba nasce no sul de São Paulo e desemboca no Oceano Atlântico, na altura do município de São João da Barra – Rio de Janeiro. A vegetação predominante no seu curso é de bambus-gigantes, imbaúbas pretas e brancas, ipês e capim. Durante o seu percurso não há existência de praias fluviais nem de cachoeiras mas sim pequenas ilhas, entre as quais a ilha do Cipó e a dos Alpes. Suas águas são barrentas, de temperatura fria, mas não são propícias a banho devido ao índice de poluição do rio, que recebe grande quantidade de resíduos, principalmente da Companhia Siderúrgica Nacional – CSN. O rio é apenas navegável por embarcações de pequeno calado. Sua paisagem circundante é diversa: urbana quando divide o centro da sede e o de Vila Salutaris e rural no restante do seu percurso.

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Palacete Barão Ribeiro de Sá

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Edifício da última metade do século XIX, eclético classizante de influência renascentista. Possui quatro fachadas, o vão central é valorizado pela sua escadaria monumental. No pavimento superior, janelas com pequenos balcões sacados, grades em ferro fundido e um frontão triangular contendo o brasão do baronato. Construída para residência de um dos maiores beneméritos de Paraíba do Sul, Miguel Ribeiro de Sá, o Barão Ribeiro de Sá (título nominal recebido em 1882). A antiga residência serviu posteriormente para estabelecimentos educacionais e culturais. Hoje é sede da Prefeitura Municipal.
Localização: Rua Visconde da Paraíba, 11 – Centro.

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Ponte da Parahyba

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Construída pelo Barão de Mauá, suas ferragens foram fundidas na Fundição da Ponta-da-Areia em Niterói. Projetada pelo engenheiro Douglas Dogdson com peças de treliça, medindo cada uma 2,64m que facilitaria seu transporte pelas tropas de muares que obrigatoriamente atravessariam a Serra em direção a Paraíba do Sul. Possui quatro pilares maciços construídos em cantaria lavrada para sua sustentação. Foi inaugurada em 1857, favorecendo a travessia do rio, onde era cobrado um pedágio no período entre 1857 a 1889.
Localização: Praça Garcia – Bairro da Grama.

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Estação Ferroviária

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Em 1867, com a presença do Imperador, foi inaugurada a primeira estação ferroviária de Paraíba do Sul. Fazendo parte do eixo Rio-Minas da então Estrada de Ferro D. Pedro II, mais tarde Central do Brasil. Na época o trajeto trouxe benefícios aos fazendeiros do Vale do Paraíba, região muito rica em plantações de café. Favorecendo principalmente o escoamento da produção cafeeira para o Porto do Rio de Janeiro. A antiga estação foi demolida no início do século XX sendo construída a atual pelo engenheiro Paulo de Frontin, integrando em 1903 sua Empresa Industrial de Melhoramentos do Brasil, a Central do Brasil. Foi construída uma segunda linha férrea -“A Auxiliar” – para atender as cidades que ficavam fora do eixo Rio-São Paulo-Minas da EFCB. Hoje a mesma estação acolhe passageiros que embarcam na viagem turística do Trem da Estrada Real.
Localização: Centro.

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Palácio Tiradentes

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Prédio com características arquitetônicas do período neoclássico, construção inicialmente térrea datada de 1856. Com funções de uso misto, residência, casa bancária e armazém de café. Em 1872 passa a sediar a Câmara Municipal, responsável pela conclusão da obra iniciada, construindo assim a parte superior do sobrado.
Localização: Praça Garcia – 96 – Centro.

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Trem da Estrada Real

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O Trem da Estrada Real faz um percurso turístico-cultural de 14 km partindo da Estação Ferroviária, no Centro Cultural, com parada nas estações de Werneck e Cavarú.
(Em Manutenção)
Para mais Informações:
(24) 9220 9749

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Praça Marquês de São João Marcos

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Primeiro núcleo de povoamento do município, nas margens do rio Paraíba do Sul, terra dos índios Puri. Garcia Rodrigues Paes, que abrindo o “Caminho Novo” das Minas Gerais para o porto do Rio de Janeiro, fez ai o seu “pouso”.
Em 1715, Garcia edificou no local uma capela em louvor a Nossa Senhora da Conceição da Santa Virgem e dos Apóstolos São Pedro e São Paulo.
O coreto, tombado pelo Instituto Estadual de Patrimônio Cultural – INEPAC, sob o processo de nº E-18/300. 288/85, tombamento provisório de 16/12/1985, localiza-se no centro da grande praça, com paisagismo típico do segundo reinado, assinalado pelos renques de 60 palmeiras imperiais, plantadas em novembro de 1868, colocadas em fileiras em formato de cruz. O coreto de refinada execução foi construído por Francisco Ferreira Ribeiro, o “Chico do Sossego”, no início do século XX, com base de pedra sextavada e cobertura metálica com lambrequim sustentada por seis pilares que apoiam o gradil de ferro, trabalho detalhado do ferreiro Augusto Batista Ferreira. Era o local de antigas retretas, onde havia apresentações de bandas musicais da cidade.
A praça teve anteriormente outros nomes: Largo das Palmeiras, Jardim Municipal e Praça Marques de São João Marcos, em homenagem a família Paes Leme.O jardim de influência do romantismo inglês proporciona a sensação de integração à natureza, com seus canteiros, espelhos d’água, repuxos, fontes e aconchegante bosque.

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Praça Garcia

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Local onde Garcia Rodrigues Paes acampou pela primeira vez no que viria a ser o município de Paraíba do Sul. Da praça, toda arborizada, encontra-se dois chafarizes e fica perto da Matriz de São Pedro e São Paulo e da Ponte da Parahyba.

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Ponte Férrea Dr. Leopoldo Teixeira Leite

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Construída sobre o Rio Paraíba do Sul, sua estrutura de ferro é de origem inglesa. Construída pelo engenheiro Paulo de Frontin, no km 164.804 da Linha Tronco da Divisão Auxiliar, administrada pela E. F. Melhoramentos do Brasil, a Linha Auxiliar, com percurso de 240.108 quilômetros, começava em Alfredo Maia no Rio de Janeiro, passando por Paraíba do Sul, seguindo até Porto Novo, em Minas Gerais.
A construção da ponte começou em 02 de fevereiro de 1892, inaugurada em 29 de março de 1898.
Recebeu o nome em homenagem ao Drº Leopoldo Teixeira Leite – Presidente da Câmara no período de 1892 a 1896, época de sua construção.

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Estação Ferroviária de Werneck

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Construída pelo engenheiro Paulo de Frontin em 1898. O local da construção pertencia às terras da Fazenda Glória do Mundo, que foram doadas pelo seu proprietário João Quirino da Rocha Werneck, o “Barão de Palmeiras”. Em homenagem a sua família, a Estação Ferroviária recebeu o nome de Werneck. Vale ressaltar que a ocupação inicial ocorreu com a doação de terras que pertenciam à Fazenda Glória do Mundo, surgindo o então distrito de Werneck.
Após a desativação da Linha Auxiliar a estação perde sua função inicial. Entre 1989 e 1992 instala-se no prédio um Centro de Cultura e Biblioteca. Após 1997 instala-se um Centro de Informática com Curso Profissionalizante e Biblioteca. Atualmente o prédio abriga a Associação dos Artesãos de Werneck, com venda de produtos dos artesãos locais.

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Estação Ferroviária de Cavarú

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Localizada em Cavarú, zona tipicamente rural, com grande número de sítios e fazendas em seus arredores. Na praça do vilarejo tem um antigo armazém com características coloniais, e a Igreja Imaculado Coração de Maria.
A estação foi construída e inaugurada em 1898, pelo engenheiro Paulo de Frontin, para servir a chamada Linha Auxiliar.
O prédio foi restaurado em 2003, foram feitas algumas reformas em seu entorno. Possui uma cafeteria e lojas de artesanato com produtos da região.

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Parque das Águas Minerais Salutaris

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O parque por muitos anos foi a menina dos olhos de Paraíba do Sul. Após 15 anos desativado, o Parque das Águas Minerais Salutaris foi totalmente reformado, ganhando uma pista de skate, de cooper, campo de futebol, quadra poliesportiva e pista de kart, tornando-se uma excelente área de lazer. Seu fontanário possui três fontes denominadas: Alexandre Abrahão, Nilo Peçanha e Maria Rita. Logo na entrada do parque é possível se surpreender com o fontanário, devido a uma concha acústica que foi construída sobre as fontes, o som se modifica conforme a distância em que o visitante se encontra.
O visitante encontra ainda uma variedade de árvores na vegetação no entorno do Parque: imbaúbas, amendoeiras, bambus, canelas, eucaliptos, azáleas e samambaias.
Museu Ferroviário José Pereira Palhares
Com acervo tridimensional, peças representativas da história ferroviária, maquete, fotos e documentos.
Museu Sacro-Histórico de Tiradentes
O Museu de Tiradentes foi inaugurado a 1º de abril de 1972 e se encontra instalado numa pequena casa, no distrito de Inconfidência, apresentando cinco salas com acervo diversificado.

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Igreja Matriz de São Pedro e São Paulo

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Em 14 de março de 1860, assentou-se a pedra fundamental, sendo toda a obra concluída em 9 de abril de 1882, recebendo os Foros de Matriz, em louvor a Nossa Senhora da Conceição da Santa Virgem e dos apóstolos São Pedro e São Paulo. Construção de grande porte, estilo neoclássico, com frontão triangular demarcando a Nave Central, com torres laterais formando o eixo central de simetria. Até 1932 suas torres limitavam-se a altura do frontão, e em 1933 foram concluídas para abrigar seus sinos. Possuía um grandioso altar-mor e cinco altares laterais. O interior da igreja sofreu diversas modificações, descaracterizando sua construção original.
Localização: Praça São Pedro e São Paulo, s/nº – Centro.

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Santuário Bom Jesus de Matosinhos

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Localizado no distrito de Werneck, o Santuário Bom Jesus de Matozinhos, segundo dados históricos, em meados do século XVIII já havia devoção à imagem do Cristo Crucificado. No local foram erguidas três igrejas. A primeira em 1774, com altar-mor e dois laterais. 88 anos depois, em 1862, foi construída a segunda, que ficou em ruínas. A igreja atual, erguida em 1959, recebe grande romaria todo último domingo de agosto, onde os fiéis dão graças aos milagres e pagam suas promessas. No local existe uma sala de “ex-votos” com testemunhos milagrosos, desde o século XVIII.
Localização: Largo do Santuário, s/nº – Werneck- 4º Distrito.

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Igreja N. S. de Sant’Ana de Inconfidência

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A primitiva ermida precedeu o cemitério colonial, iniciado em 1740. A capela que a substituiu, 1770, é célebre em nossa história por ter recebido em seu chão, em 1792, os despojos de Tiradentes, expostos diante da fazenda local. Devido à exiguidade da várzea, que impedia a expansão da vila, esta foi removida em 1894 para o local de hoje, com a inauguração do atual templo. A paróquia de Santana foi criada em 1839.
Localização: Rua Galdino Rodrigues Pereira s/nº – Inconfidência- 3º Distrito.

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Igreja Nossa Senhora do Rosário

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Por iniciativa de Manoel José Correa da Silva, cria-se a Irmandade de Nossa Senhora do Rosário, visando angariar donativos para a construção de uma capela. Localizada no cume de um morro, sua construção é iniciada em 1854 e concluída seis anos depois. A igreja é de pequeno porte, com características coloniais de arquitetura simplória. Sua estrutura é em madeira, pedra e pau a pique. Em 1881 sua única torre foi erguida para abrigar quatro sinos de bronze e um relógio de origem inglesa; que durante muitos anos serviu como regulador dos horários da população da cidade.
Localização: Largo do Rosário – Centro.

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Capela de São Sebastião

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A capela de São Sebastião é de pequeno porte. O conjunto nave é de pouca altura, pórtico e torre sineira. Lembra as pequenas capelas das missões. Com o desenvolvimento urbanístico da região, a capela sofreu modificações arquitetônicas, sendo concluída em 15 de janeiro de 1967. Localizada em Fernandó, a 5 km ao sul da Praça Garcia.
Localização: Fernandó s/nº – Vila Salutaris – 2º Distrito.

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Theatro Municipal Mariano Aranha

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Inaugurado em 1892 como “Theatro Gymnástico Parahybano”, com apresentações de companhias teatrais de renome nacional.
Em 1914 o teatro é arrendado à Companhia Spine, passando a ser chamado de Cine Iris, espaço multiuso para peças teatrais e projeções cinematográficas.
Nos anos 50 passa recebe o nome de Cine Popular e no final dos anos 60 de Teatro Procópio Ferreira. Logo em seguida fecha suas portas, ficando o prédio em total abandono por 43 anos. Sendo reformado em 2004, recebendo o nome de Theatro Municipal Mariano Aranha.
Funcionamento:
Terças e Sextas de 9h às 20h
Sábados e Domingos de 9h às 23h
Igreja Matriz de Santo Antônio da Encruzilhada
Segundo tradição local a devoção a Santo Antônio vem do sepultamento improvisado do “menino Antônio”, na Várzea, fronteira ao cemitério, vitimado pela varíola no ano de 1836. Os moradores da cidade, temerosos do contágio da doença, impediram a travessia do pequeno corpo que seria levado ao cemitério do morro da Casa Grande. Sendo assim, tomaram o rumo em direção ao longínquo cemitério da Várzea. Surgiu então a idéia de sepultá-lo junto ao caminho. Na cruz do sepulcro, nasceu à devoção a Santo Antônio dos Pobres da Encruzilhada do Lucas. A paróquia criada em 1855, deu-se o início da construção da igreja, concluída em 1872. Fachada simplória, com quatro colunas em cantaria, porta de acesso arqueada e sete janelas frontais.
Localização: Rua – Vila Salutaris- 2º Distrito.

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Igreja Nossa Senhora de Santana

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Localizada no bairro Lavapés, foi construída em meados do século XIX por iniciativa dos comerciantes que tinham seus estabelecimentos junto à praça, destacando-se os portugueses José Rodrigues Gonçalves Ferreira, Antonio José Soares de Souza e José Rodrigues Tigre, que iniciaram as obras em 1855, sendo concluída em 1858. Com ajuda da comunidade construiu-se o altar-mor e a imagem da padroeira foi ofertada pelo fazendeiro João Jacintho do Couto. Foi a terceira igreja construída na cidade. De arquitetura simplória, sua estrutura original não resistiu ao tempo e seu estilo arquitetônico foi descaracterizado na tentativa de restauração nos anos 50.
Localização: Rua – Lavapés – Centro.

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Capela de Nossa Senhora das Graças

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Construída com donativos da Sra. Maria Augusta de Oliveira Penna (in memoriam) a seu pai Dr. Randolpho Penna, devoto de N.S. das Graças. Sua construção iniciou em 1º de maio de 1922, e foi inaugurada em 31 de maio de 1923. É uma capela de pequeno porte, apresentando características góticas. Sua planta tem formato hexagonal na fachada principal, o vão que antecede a porta de acesso possui três arcos ogivais que sustentam a torre sineira. As suas laterais possuem 12 vitrais, também em forma de ogiva.
Localização: Morro de Santo Antônio – Centro.

 
Fonte: http://www.citybrazil.com.br/
http://www.paraibanet.com.br/

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