Pontos Turísticos-Lorena

Praça Dr. Arnolfo Azevedo

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Inaugurada também em 1890 e marca o centro da cidade. Recebeu vários nomes como “Praça Imperial”, Praça “Liberdade” e, finalmente, Praça Dr. Arnolfo de Azevedo. O centro da cidade conta com esta praça que é palco de muitas atrações, reúne muitos cidadãos lorenenses que gostam de passar horas e horas só apreciando o local. Inúmeros eventos da cidade ocorrem na Praça Dr. Arnolfo de Azevedo ou nos seus arredores como: competições esportivas, procissões, tapetes de Corpus Christi, carnaval, entre outros.

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Solar Baptista D’Azevedo

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Mais um patrimônio histórico da cidade é o Solar Baptista D’ Azevedo. De propriedade de família Pinto Antunes, o SOLAR BAPTISTA D´AZEVEDO é inteiramente mobiliado e decorado com peças autênticas , havendo um parque com exemplares raros de árvores da região ao seu redor. Trata-se de um patrimônio histórico da cidade.

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Praça Capitão-Mor Manoel Pereira de Castro

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Palacete Veneziano

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Pertenceu ao Dr. José Machado Coelho de Castro, que o construiu no local do sobradinho de 1860 do Barão de Castro Lima, derrubado por volta de 1815. Situa-se na esquina da Rua Dom Bosco com a Rua Barão de Castro Lima, pertence atualmente ao Salesianos de Lorena.

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Parque Águas do Barão

No dia 24 de maio de 2004, em sessão ordinária, a Câmara Municipal de Lorena aprovou, por unanimidade, Projeto de Lei, de autoria do Executivo, que dispõe sobre a doação, em favor da Comunidade Canção Nova, da área Ecológica conhecida como Parque Águas do Barão. O parque, um dos maiores atrativos da cidade, está localizado no bairro Cidade Industrial, com mais de 12.000 metros quadrados de muito verde, playground, quiosques e mini-zoológico. A área de 12.000 metros foi desapropriada pela prefeitura em 1988 para destinação pública. Em sue interior há uma capela de Teresinha do Menino Jesus.

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Horto do Ibama

Antigo Horto Florestal, criado em 1934, possui área para pratica de esportes, além de muito verde espalhado em seus 250 hectares. Também pode ser encontrado um viveiro de mudas e o Centro de Educação Ambiental Monteiro Lobato.

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Catedral N.Sra. da Piedade

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A antiga Catedral, localizada no Centro da cidade, é a mais importante do município. Foi construída em 1705 e depois reformada por Ramos Azevedo. Pça. Baronesa Santa Eulália, sn. Tel: 3153-1987.

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Igreja Matriz de Santo Antônio

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Anteriormente denominada Capela de Sato Antônio, foi demolida na década de 1950 para dar lugar à atual Igreja Matriz de Santo Antônio. Localizada no bairro de mesmo nome, e está em processo de industrialização. Pça. Santo Antônio, 48 bairro Santo Antônio. Tel: 3153-1954.

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Basílica Menor de São Benedito

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Foi agregada à Basílica do Vaticano, no ano de 1917. A Basílica abriga o Museu de Arte Sacra, inaugurado em 1993, que possui raridades do catolicismo. Rua Dom Bosco, 284, Centro. Tel: 3153-2033 ramal 285.

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Igreja N.Sra. do Rosário

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Inicialmente denominada Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, teve o início de sua construção custeada pela população de Lorena. Após algumas interrupções, foi finalmente retomada no início do século passado, precisamente no ano de 1919. Após várias reformas é atualmente, ponto turístico da cidade. Pça. Manuel de Castro, Centro.

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Solar do Conde Moreira Lima

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Uma das mais antigas construções da região, datado de 1852, o casarão abriga atualmente a Casa da Cultura de Lorena, além do Museu Municipal. Rua Viscondessa de Castro Lima, 10 Centro. Tel: 3153-1518.

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Estação Ferroviária

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Em 1869, foi constituída por fazendeiros do Vale do Paraíba a E. F. do Norte (ou E. F. São Paulo-Rio), que abriu o primeiro trecho, saindo da linha da S.P.R. no Brás, em São Paulo, e chegando até a Penha. Em 12/05/1877, chegou a Cachoeira (Paulista), onde, com bitola métrica, encontrou-se com a E.F.Dom Pedro II, que vinha do Rio de Janeiro e pertencia ao Governo Imperial, constituída em 1855 e com o ramal, que saía do tronco em Barra do Piraí, Província do Rio, atingindo Cachoeira no terminal navegável dois anos antes e com bitola larga (1,60m). A inauguração oficial do encontro entre as duas ferrovias se deu em 8/7/1877, com festas. As cidades da linha se desenvolveram, e as que eram prósperas e ficaram fora dela viraram as Cidades Mortas… O custo da baldeação em Cachoeira era alto, onerando os fretes e foi uma das causas da decadência da produção de café no Vale do Paraíba. Em 1889, com a queda do Império, a E.F.D.Pedro II passou a se chamar E.F.Central do Brasil, que, em 1890, incorporou a E.F. do Norte, com o propósito de alargar a bitola e unificá-las. Os trabalhos começaram em 1902 e terminaram somente em 1908. Em 1957 a Central foi incorporada pela Refesa. O trecho entre Mogi e São José dos Campos foi abandonado no fim dos anos 80, pois a construção da variante do Parateí, mais ao norte, foi aos poucos provando ser mais eficiente. Em 31 de outubro de 1998, o transporte de passageiros entre o Rio e São Paulo foi desativado, com o fim do Trem de Prata, mesmo ano em que a MRS passou a ser a concessionária da linha. O transporte de subúrbios, existente desde os anos 20 no ramal, continua hoje entre o Brás e Estudantes, em Mogi.

 

 

 

Fonte: http://www.ferias.tur.br/
http://www.lorenaonline.com.br/

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