História de Itabira

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Itabira é um município brasileiro no interior do estado de Minas Gerais, Região Sudeste do país. Pertence à Mesorregião Metropolitana de Belo Horizonte e Microrregião de Itabira e localiza-se a nordeste da capital do estado, distando desta cerca de 110 km. Ocupa uma área de 1 253,704 km², sendo que 12,4377 km² estão em perímetro urbano,[7] e sua população foi estimada em 2014 em 116 745 habitantes.[3]
A sede tem uma temperatura média anual de 21,7 °C[8] e na vegetação do município predomina a Mata Atlântica. Com 93% da população vivendo na zona urbana,[9] Itabira contava, em 2009, com 63 estabelecimentos de saúde. O seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,756, considerando-se como alto em relação ao estado.[4]
A região começou a ser desbravada no final do século XVII, porém foi somente no decorrer do século XVIII que ocorreu um povoamento do lugar, após a descoberta de ouro nas montanhas itabiranas. Entre o final do século XVIII e começo do século XIX, a mineração do ouro entrou em declínio, porém ao mesmo tempo a exploração do ferro começava a ganhar impulso, surgindo então as primeiras forjas. Ao longo do século XX várias empresas vêm para Itabira atraídas pelas reservas ferríferas, e em 1942 é criada a Vale S.A. (antiga Companhia Vale do Rio Doce), dando início à exploração do minério de ferro em grande escala e a um novo período de desenvolvimento social, econômico e estrutural em Itabira.
Além de se relevar no setor de exploração mineral, Itabira também se destaca por ser terra natal de Carlos Drummond de Andrade, contista, cronista e poeta modernista que se inspirou em sua cidade-natal para algumas de suas obras. Também há uma série de atrativos naturais, tais como a Mata do Limoeiro, a Pedra da Igreja, a Serra do Bicudo e a Serra dos Alves, além das cachoeiras dos Cristais, do Campo, da Boa Vista, do Limoeiro e do Meio.
Fonte: Wikipédia

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