Pontos Turísticos-Guanhães

catedral

Catedral

 

igreja matriz

Igreja Matriz de São Miguel e Almas

A igreja Matriz de São Miguel e Almas, localizada na Praça JK, foi tombada como patrimônio Histórico Municipal pela Lei 1.914, de 22/12/00. Além da parte externa da igreja, foram tombados todos os bens móveis e imóveis de relevante valor histórico que compõem seu conjunto, como: o lustre central, os retábulos laterais direito e esquerdo, o retábulo lateral direito estilo neogótico, o altar-mor, o quadro situado sobre o centro do corpo da Igreja, de São Miguel em combate, a pintura sobre o coro, e as pinturas nos dois ócolos laterais dentro da nave, após o arco do Cruzeiro (duas rocalhas pintadas).
A história da igreja matriz faz parte da história de Guanhães. Por meio do Alvará Régio de D. João VI, de 26/01/1811, foi autorizada a construção da igreja.
Os bens móveis de que trata a lei de Tombamento da Igreja Matriz dizem respeito à imagem de Nossa Senhora das Dores, a imagem de madeira policromada de São Sebastião, a imagem policromada de São Miguel, (foto) a imagem articulada de madeira de Nosso Senhor Morto, e a imagem de madeira de Nosso Senhor dos Passos.

capela da associaçao

Capela da Associação de Caridade N.Srª. do Carmo

A Capela da Associação de Caridade Nossa Senhora do Carmo foi tombada pela Lei Nº 1,766, de 21/05/96, e passou por uma restauração no início de 2009.
Construída ao lado do antigo hospital, em meados da década de 20, pelo Monsenhor Antônio Pinheiro Brandão, a capela era um espaço muito procurado pelos familiares e amigos de enfermos que estavam em tratamento no antigo hospital.
Com a desativação da capela e demolição do antigo hospital, peças como turíbulo, âmbula, patena, ostensório e um velho sino, foram guardadas. Algumas estão no Hospital Regional e outras na Casa de Cultura Laet Berto.
O altar-mor, datado de 1720, é Barroco e foi doado à Capela em 1924. Ele fazia parte de uma igreja já demolida e que ficava localizada à Rua das Cavalhadas, no Serro (MG). O altar foi doado ao Monsenhor Antônio Pinheiro Brandão e veio do Serro até Guanhães transportado em carro de boi.

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Coreto Maestro Augusto Nunes Coelho

O Coreto Público, situado à Praça JK, foi tombado pela Lei 1.852, de 19/06/98. Em 22 de dezembro de 2000, o Coreto recebeu o nome de Coreto Maestro Augusto Nunes Coelho, o senhor Dú.

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Casa da Cultura, antiga Cadeia Pública

Construída no início do século XX, a Casa da Cultura Laet Berto serviu durante muitos anos como Cadeia Pública Municipal, abrigou a Biblioteca Pública e a Administração Fazendária do Estado. Em 1997, foi requerida a cessão do antigo prédio para a Coordenadoria de Cultura.
O prédio foi tombado como patrimônio pela Lei 1.852, de 19/06/98 e a Casa da Cultura Laet Berto foi criada pela Lei 1.854, de 19/06/98. Já, o tombamento Cultural da Casa de Cultura, foi realizado pela Lei 2.946, de 04/03/03, por possuir relevante valor arquitetônico, cultural e histórico.
O prédio da Casa da Cultura abrigou a primeira e a terceira cadeia pública de Guanhães. Na época, existiam na cidade dois partidos políticos: os “Pelados” e os “Cabeludos”. Certa vez, membros desses dois partidos entraram em conflito e dois membros foram presos. À noite, os dois partidos se uniram, foram até a cadeia, libertaram os dois membros e atearam fogo no prédio.
Permaneceram os escombros por longos anos, passando a segunda Cadeia e Tribunal de Júri a funcionar na Rua Francisco Nunes, em frente à antiga residência do senhor Bernardo Café. Quando esta foi desativada, uma verba possibilitou a construção do prédio atual.
As madeiras da demolição da segunda Cadeia e Tribunal de Júri foram doadas para a construção da Santa Casa de Misericórdia Nossa Senhora do Carmo, obra do saudoso Monsenhor Pinheiro Brandão.

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Sítio do Candonga

O Sítio do Candonga foi tombado como bem cultural, por possuir valor arquitetônico, natural, paisagístico e histórico. Seu dossiê de tombamento destaca que por “sítio paisagístico, histórico e arquitetônico do Candonga” entende-se uma área de aproximadamente 7,26 quilômetros quadrados, localizada na porção sudeste do município de Guanhães (MG). A área assume especial importância por incluir as várias galerias associadas à antiga Mina da Candonga e restos de mata original preservada.
A mina foi construída sobre depósito de características peculiares, servindo de modelo exploratório durante o período do seu funcionamento. A presença de pequenos de floresta original é fator importante, na medida em que a região encontra-se em alto grau de degradação.
O conjunto tombado por lei municipal abrange, portanto, desde os restos de mata como as diversas bocas das galerias da Mina do Candonga, bem como a sede da fazenda de mesmo nome. Além disso, destaca-se a presença na área de lápides preservadas da primeira metade do século XIX, em local que deve corresponder ao antigo cemitério e passível de estudos ainda mais aprofundados.
Sugeriu-se o tombamento da sede da Fazenda do Candonga, localizada em área rural do município de Guanhães, devido ao seu valor histórico e arquitetônico, sendo exemplar representativo do sistema construtivo e da estética de sua época.
Consiste em um bem cultural peculiar, detentor de extrema ligação com a história da região, testemunho material do período relevante das explorações auríferas no estado.
Apesar de modificado e degradado internamente, manteve o seu partido intacto e a maioria dos seus elementos estilísticos externos originais, justificando assim a preservação de sua volumetria no contexto da paisagem e de suas fachadas, que retratam a história da arquitetura secular e colonial mineira.
Recomendou-se o tombamento da fachada e volumetria, uma vez que o interior das edificações encontra-se bastante alterado, modificado e destruído, estando os vestígios de sua condição original em estado precário.

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Monumento do Cristo Redentor

Localizado no alto do Bairro Santa Tereza, o monumento ao Cristo Redentor foi tombado pela Lei Nº 2.007, de 17/12/02.
Antigamente, havia no local um Cristo de madeira, adquirido em São Paulo por José Emídio Neto, que doou ao município como realização de um antigo sonho pessoal. Ele conseguiu a área com os herdeiros de Jorge Teixeira e lá foi edificado um monumento de madeira. O monumento foi abençoado por Dom Antonio Felipe da Cunha, na época Bispo da Diocese de Guanhães. A missa foi celebrada pelos padres Saint Clair e Domingos do Carmo.
Segundo relatos, a imagem ficou no local por algum tempo, vindo a ser destruída posteriormente num ato de vandalismo, cujos autores não foram descobertos pelas autoridades competentes. Diante desse acontecimento, a comunidade se uniu no sentido de adquirir um novo monumento.
O transporte das peças do monumento foi doação do senhor Emídio Neto. As 145 peças ficaram depositadas no pátio da Autoveg, por um período superior a 6 meses, aguardando recursos financeiros para sua edificação no local já popularmente denominado como “Monte Cristo”. Nesse período, algumas peças sofreram a ação do tempo, mas não ficaram comprometidas. Diante dessa situação, inúmeras pessoas solicitaram ao senhor Sebastião Magalhães de Sena, que de 1987 a 1989, havia assumido a coordenação da reforma da Igreja Matriz de São Miguel e Almas, que este assumisse também a obra de edificação do Cristo.
Em 06 de maio de 1996, a obra de edificação do monumento do Cristo Redentor foi iniciada. A obra foi entregue em 29 de setembro de 1998, dia do padroeiro da cidade, quando foram retirados os andaimes após a conclusão da pintura.
O monumento possui 21 metros desde a base até o topo e pesa 10 mil quilos. Com o preenchimento, o Cristo pesa aproximadamente 20 mil quilos.

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Parque Estadual Serra da Candonga

Situado em área de domínio da Mata Atlântica, com relevo suavemente ondulado, o Parque abriga cerca de 20 nascentes que formam os córregos Barra Mansa, Barreira e Conquista.
Além das belezas naturais, o Parque preserva uma fazenda histórica e bocas de minas, de onde era extraído o ouro no Período Colonial.
O Parque abriga ainda a Pedra da Candonga ou do Urubu, um ponto de referência por estar próximo às antigas minas de ouro do Candonga.
A riqueza da flora é fácil de ser conferida. Imponentes exemplares de sucupira, jacarandá, ipê, braúna, quaresmeira, peroba-rosa, canela, angico, dentre outras, integram a cobertura vegetal arbórea nativa.
A fauna é composta por macacos, quatis, pacas, capivaras, tatus, catitus, entre outros, além de aves como jacus, sabiás, trinca-ferros, curiós, siriemas, bem-te-vis, etc.
Algumas espécies ameaçadas de extinção também fazem do Parque a sua morada, como a onça-pintada, o lobo-guará e o tamanduá-bandeira.

pedra da garfurina

APA da Pedra da Gafurina

GAFURINA1A APA – Área de Preservação Ambiental da Pedra da Gafurina está localizada no Distrito de Farias, a 35 Km do centro de Guanhães.
A área abriga um maciço de granito chamado de Pedra da Gafurina, tombada como Patrimônio Natural Paisagístico pelo Decreto nº 3.341, de 17 de março de 2008. Próximo à Pedra da Gafurina há uma reentrância na rocha que se assemelha a uma caverna, conhecida como “capixaba”.
Ao visitar a Pedra da Gafurina, o turista poderá admirar as belezas da cachoeira de mesmo nome, além de percorrer por trilhas ecológicas, num verdadeiro turismo de aventura. É necessário guia.
Gafurina significa “cabelo mal arrumado”. Outra referência é ao nome de uma artista com o sobrenome Gafurini.
O local possui beleza surpreendente, atraindo visitantes de vários lugares, entre eles romeiros, que procuram a Santa Cruz no dia 03 de maio, entre outras datas.

cachoeira das pombas
Cachoeira das Pombas

Localizada a 12 km do centro de Guanhães, em área particular de grande beleza natural, a cachoeira deságua numa piscina. Possui fauna de aves e roedores de grande porte e flora de mata nativa. Há quadras esportivas, chalés e área de camping.

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Cachoeira do Sereno

Localizada no povoado da Barreira, fica a 37 km do centro de Guanhães. Registro de trilha de tropeiros e de transporte de ouro para o município de Santa Bárbara, margeada pelo Ribeirão da Barreira.

Cachoeira Fria ou Carranca

Localizada no distrito do Taquaral a 27 km do centro de Guanhães. Possui flora de orquidário e bromeliário natural e fauna de aves e roedores de grande porte.

Cachoeira dos Rodrigues

Localizada na comunidade dos Maias, distante 17 km do centro de Guanhães, possui mata nativa com espécies de madeira de lei, árvores centenárias.

Cachoeira_dos_Witus

Cachoeira dos Witu

Localizada no povoado da Barreira, fica a 35 km do centro. Há a hipótese que o nome da cachoeira originou-se de um quilombo. Possui fauna de aves e roedores de grande porte e flora de mata nativa fechada.

cachoeira da fumaça

Cachoeira da Fumaça

Situada entre os distritos de Sapucaia e Taquaral, a 38 km do centro de Guanhães, a cachoeira está cercada de bela fauna e flora, com bromelidário e orquidário natural.

cachoeira da usina

Cachoeira da usina

localizada a 17 km de Guanhães, a cachoeira é formada pelo rio Corrente e fica numa área particular.

lagoa grande

Lagoa Grande

Localizada a 12 km de Guanhães. Sua margem direita pertence à Fazenda Lagoa Grande e a esquerda à Cenibra Florestal. A Lagoa fica numa área particular e foi formada por uma tromba d’água e sua cabeceira é alimentada por quatro nascentes.

Pedra Pederneira

Localizada numa propriedade particular. Detalhe: pedra de onde se tiravam lascas para confecção do carimbo, isqueiro primitivo.

morro do quartel

Morro do Quartel

localizado a 19 km do centro de Guanhães, a área do morro é formada por vales, extensos horizontes, muitas bromélias, orquídeas, animais como roedores e pássaros.

Fazenda dos Maias

Localizada na comunidade dos Maia, há 15 Km do centro de Guanhães, tem mata nativa com madeira de lei, inclusive com árvores centenárias.

 
Fonte: http://www.guanhaes.mg.gov.br/

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